Hotel Marqués de Riscal
Passei aqui o meu Fim de Ano

Hotel Marqués de Riscal, na província de Álava no país basco. Não deixem de passar aqui um fim de semana, tão perto.
A pensar no bem-estar dos seus hóspedes, para além de uma piscina interior aquecida, de um Fitness Center e jacuzzi, o Hotel conta com um Spa com tratamentos exclusivos. Aqui, no Caudalie Vinotherapie Spa, o visitante encontra 14 gabinetes privados onde pode ususfruir de uma vasta variedade de tratamentos de vinoterapia, bem como de massagens, tudo à base de produtos criteriosamente elaborados a partir de extracto de uvas e água mineral, criados exclusivamente para os hóspedes do Marqués de Riscal. Este hotel foi projectado pelo Arq. Frank Ghery.
Please don´t give up on me
Foi a musica que escolhi para iniciar o 2010, do Solomon Burke. Eu sei que tu sabes que eu sei o porquê. Nunca desistas, persiste, acredita, que um dia vais conseguir...please don´t give up on me!
Pedro
Ultima pergunta do ano
Ninguém pode garantir a felicidade, mas cada um de nós tem o direito de a perseguir e até cria-la. O que te faria verdadeiramente feliz agora?
É um pouco assim
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Tito
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Já reparaste que todos os condutores que conduzem mais lento que tu são idiotas e todos aqueles que conduzem mais rápido que tu são malucos?
George Calin
Ele aí está...
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Tito
em segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009
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Sms de Natal
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Tito
em quarta-feira, 23 de Dezembro de 2009
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A vida é em parte o que nós fazemos dela e também em parte do que é feito pelos amigos que nós escolhemos.
O empadão da Ana
Ontem á noite, jantei em casa da Ana e do Renato. A Ana serviu em empadão impecável, temperado a meu gosto qb. A mesa com toalha de linho a preceito, herdada de partilhas familiares, foi conspurcada pelo desajeitado Charlie que a borrou logo com vinho tinto. A Ana fez questão de por dois candelabros de cristal da Bhoémia da cor do clube do marido, talvez como prenúncio para o jogo de hoje do SLB FCP. O Paulo ocupou o lugar do anfitrião, talvez pela localização e da necessidade de deixar fluir os gases intestinais que o apoquentam. A Luisa, desta vez produzida para Hollywood, sentou-se à mesa, mas ainda foi requisitada para ir comprar leite para o puré, porque o Renato teve de ir à baixa do Porto ver se encontrava o carro do "Menino" que na noite anterior se tinha perdido nos devaneios do Deus Baco. O nosso "Menino" durante o jantar teve de ir tirar uma soneca no sofá da sala. Ficamos ainda a saber quem dos presentes era o maior roncador e os os candidatos são o Lito, o Paulo e o Renato, com ligeira vantagem para este.
O "Menino" contou uma história verídica passada com ele numa passagem de ano, que mais tarde vos relatarei. Foi o momento alto da noite a seguir aquele em que o Charlie foi acusado injustamente por ter dado à mesa uma coisa que ele não deu...
O meu presente de Natal
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Tito
em sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009
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Quando pensares que não és ninguém no mundo pensa que podes ser o mundo de alguém.
Só para dizer Amo-te
Poliglota
Só para dizer Amo-te
Albanês - Te Dua
Alemão - Ich liebe Dich
Árabe - Ana Ahebak (a um homem)
Árabe - Ana Ahebek (a uma mulher)
Bengali - Ami tomake bhalobashi
Búlgaro - Obicham te
Bósnio - Volim te
Chinês (cantonês) - Ngo Oi Lei
Chinês (mandarim) - Wo ie ni
Dinamarquês - Jeg elsker dig
Espanhol - Te amo
Filipino - Iniibig ako
Finlandês - Mina rakastan sinua
Francês - Je t'aime
Grego - S’ agapo
Holandês - Ik hou van jou
Húngaro - Szeretlek
Inglês - I love you
Iraniano - Mahn doostaht doh-rahm
Islandês - Ég elska thig
Italiano - Ti amo
Maltês - Inhobbok
Norueguês - Jeg elsker deg
Romeno Te Ador
Russo Ya vas lyublyu
Sueco Jag älskar dig
Turco Seni seviyorum
Zulu Mena tanda wena
Fazer inveja ao frio
Optimismo
Já não era sem tempo! Finalmente, uma notícia que nos permite sentir algum orgulho... Um estudo recente conduzido pela Universidade Técnica de Lisboa mostrou que cada português caminha em média 440 km por ano.Outro estudo feito pela Associação Médica de Coimbra revelou que, em média, o português bebe 26 litros de Vinho por ano. Conclusão: Isso significa que o português, em média, gasta 5,9 litros aos 100km, ou seja, é muito económico! ...Afinal, nem tudo está mal, neste País!
O Palhaço

O palhaço compra empresas de alta tecnologia em Puerto Rico por milhões, vende-as em Marrocos por uma caixa de robalos e fica com o troco. E diz que não fez nada. O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento. E acha bem.
O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado. O palhaço é um mentiroso. O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços. O palhaço coloca notícias nos jornais. O palhaço torna-nos descrentes. Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si. O palhaço mete medo. Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos. Porque o palhaço é só ruído de fundo. Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos. E ele vende-se por isso. Por qualquer preço. O palhaço é cobarde. É um cobarde impiedoso. É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores. Depois diz que não fez nada. Ou pede desculpa. O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos. O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas. O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém. Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem. O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público. E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada.
Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver.
O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal. Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria. E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar.
E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço. Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples.
Ou nós, ou o palhaço.
















