
Só existe dois dias no ano em que nada pode ser feito.
Um se chama ONTEM e o outro AMANHÃ .
Portanto HOJE é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.
Dalai Lama
Paulo Peixoto, que saltou de 4000 de altitude exibe o seu diploma. Infelizmente ao deslocar-se ao palco fez uma entorse de media gravidade, o que fortifica a ideia de que o melhor é saltar e perceber porque é que só os paraquedistas sabem porquê cantam os pássaros.
Mena exibindo o deu diploma que relembra um dia inesquecivel.
A Mena recebeu com orgulho seu diploma de salto em queda livre sob o olhar atento do Pedro e da Xana das mãos do Presidente
Laura Xô exibindo com orgulho o seu diploma.
Nuno recebendo o seu diploma de salto de queda livre."Já me estão a cansar... parem lá com a mania de que digo muitos palavrões, caralho!
Gosto de palavrões! Como gosto de palavras em geral. Acho-os indispensáveis a quem tenha necessidade de dialogar... mas dialogar com caracter! O que se não deve é aplicar um bom palavrão fora do contexto, quando bem aplicado é
como uma narrativa aberta, eu pessoalmente encaro-os na perspectiva literária! Quando se usam palavrões sem ser com o sentido concreto que têm, é como se estivéssemos a desinfectá-los, a torná-los decentes, a recuperá-los para o convívio familiar. Quando um palavrão é usado literalmente, é repugnante.
Dizer "Tenho uma verruga no caralho" é inadmissível. No entanto, dizer que
a nova decoração adoptada para a CBR 900' 2000 não lembra ao "caralho", não mete nojo a ninguém. Cada vez que um palavrão é utilizado fora do seu contexto concreto e significado, é como se fosse reabilitado. Dar nova vida aos palavrões, libertando-os dos constrangimentos estritamente sexuais ou orgânicos que os sufocam, é simplesmente um exercício de libertação.
Quando uma esferográfica não escreve num exame de Estruturas "ah a grande puta... não escreve!", desagrava-se a mulher que se prostitui.
Em Portugal é muito raro usarem-se os palavrões literalmente. É saudável. Entre amigos, a exortação "Não sejas conas", significa que o parceiro pode não jogar um caralho de GT2. Nada tem a ver com o calão utilizado para "vulva", palavra horrenda, que se evita a todo o custo nas conversas diárias.
Pessoalmente, gosto da expressão "É fodido..." dito com satisfação até parece que liberta a alma! Do mesmo modo, quando dizemos "Foda-se!", é raro que a entidade que nos provocou a imprecação seja passível de ser sexualmente assaltada. Por ex.: quando o Mário Transalpino "descia" os 8 andares para ir á garagem buscar a moto e verificava que se tinha esquecido de trazer as chaves... "Foda-se"!! não existe nada no vocabulário que dê tanta paz ao espirito como um tranquilo "Foda-se...!!". O léxico tem destas coisas, é erudito mas não liberta. Os palavrões supostamente menos pesados como "chiça" e "porra", escandalizam-me. São violentos.
Enquanto um pai, ao não conseguir montar um avião da Lego para o filho, pode suspirar após três quartos de hora, "ai o caralho...", sem que daí venha grande mal à família, um chiça", sibilino e cheio, pode instalar o terror. Quando o mesmo pai, recém-chegado do Kit-Market ou do Aki, perde uma peça para a armação do estendal de roupa e se põe, de rabo para o ar, a perguntar "onde é que se meteu a puta da porca...?", está a dignificar tanto as putas como as porcas, como as que acumulam as duas qualidades.
Se há palavras realmente repugnantes, são as decentes como "vagina", "prepúcio", "glande", "vulva" e escroto". São palavrões precisamente porque são demasiadamente ínequívocos... para dizer que uma localidade fica fora de mão, não se pode dizer que "fica na vagina da mãe" ou "no ânus de Judas". Todas as palavras eruditas soam mais porcas que as populares e dão menos jeito! Quem é que se atreve a propor expressões latinas como "fellatio" e "cunnilingus"? Tira a vontade a qualquer um! Da mesma maneira, "masturbação" é pesado e maçudo, prestando-se pouco ao diálogo, enquanto o equivalente popular "esgalhar um pessegueiro", com a ressonância inocente que tem, de um treta que se faz com o punho, é agradavelmente infantil. Os palavrões são palavras multifacetadas, muito mais prestáveis e jeitosas do que parecem. É preciso é imaginação na entoação que se lhes dá. Eu faço o que posso."
Miguel Esteves Cardoso
A Nini, brilhou naquele palco, e fê-lo como se estivesse no Viela, no Solverde ou em Casa, com uma descontracção tal, que até parece fácil.Parabéns Nini,
As Mini-Mulas, que de Mini só têm o nome (eh eh eh), foram umas Máxi-Mulas, e quando elas chegaram, foi como ligar o ar condicionado dentro da sauna, foi um alívio, foi uma lufada de ar fresco, que encheu a sala de boa disposição. O que tem de bom nesta foto, é que não se ouve a sineta da João (iiirrrrraaaaaaa!!!)
O Pedro, perdoem-me os restantes mas, o Pedro foi o Homem da Noite, e é o Homem de quem se fala.
O Néné, A Xana e o Manel Zé, fizeram-nos rir durante um bom bocado, com uma interpretação que demonstrou que o trabalho de casa foi feito, e bem feito.
O Néné, juntou o útil ao agradável, e ainda deu uma em cima do palco - Foi mesmo à campeão, adorei este momento em que nos faz o sinal de "fixe meu"
A Xana, bem a Xana, como sabem, é uma Actriz. Como tal, fez mais uma representação de Luxo, do meu ponto de vista, superior a muitas outras de actores ditos consagrados.
Eu também tenho ego, como tal, vou aproveitar aqui um cantinho para falar sobre mim e sobre o Koice que conquistei.
Estou sem palavras, e certamente que, qualquer comentário que aqui faça sobre a Gala, os apresentadores, os artistas, os bastidores, o público, e toda a sua organização, é pouco para descrever o que lá se passou.


