Não era para mim aquela noite, mas o silêncio dos astros tremia nas minhas mãos. Não era para mim aquela noite, mas a loucura do vento gemia na minha boca. Não era para mim aquela noite, mas a tristeza das fontes chorava pelos meus olhos. Não era para mim aquela noite, mas a manhã encontrou-me todo abraçado com ela para viver ou morrer. António de Sousa

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