(...)
Que parte do "não me ligues mais", é que não entendeste?
Realmente não te devia ter ligado, desculpa...
Pois não! Se já to havia pedido...
Realmente não te devia ter ligado, desculpa...
Pois não! Se já to havia pedido...
(...)
Eu avisei-te que irias ficar a gostar mais de mim. Não queres acreditar no que te digo...
Eu não gosto mais de ti. E, aliás, agora até gosto menos por causa da tua simpatia quando falamos à pouco.
(...)
Baralhei-te o pragmatismo, não foi!? Sinto-te as alterações químicas do sistema nervoso... Gosto disso!
Olha, ou estás a brincar comigo, ou estás no meio de um ataque de sei lá o quê! Mais uma vez desculpa-me o telefonema, não se torna a repetir. Até porque sempre gostei de conversar contigo e mais uns diálogos destes podem mudar isso.
Tão previsível esse teu último comentário...
(...)
Queres uma escalada de troca de palavras sem sentido, é!? Não foi para isso que te liguei. E, verdade seja dita, já não tenho vontade nenhuma de conversar contigo... Se algum dia voltares a ser como te conheci, avisa-me!
Tu sabes o que eu quero. Não sejas assim...
(...)
Estás a ser rude. Nunca te imaginei capaz de seres assim para mim. Mas até tens razão, uma vez que me pediste para não te ligar. Desculpa-me não ter respeitado o teu pedido. Quando te liguei á pouco era para te dizer que gostava de ti... Mas agora quero esquecer que falamos.
Então esquece...
(...)
Já entendi que só me devo dirigir a ti quando souber o que quero. Mais uma vez, não foi para isso que te liguei, e mesmo que tivesse sido, não o tinha dito depois da forma como falaste comigo. Não podes adoptar esse tipo de postura de quem já fez tudo por nós e eu agora, se quiser alguma coisa, que me mexa...
Que postura esperas, então, que adopte?
Não sei... Apenas te peço que não acumules pedras para me atirar. E olha que é muito tentador...
Não te preocupes, não te guardo em rancor. Apenas em desilusão...


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