Uma coisa é o Estado associar-se pelos feriados a celebrações e festas religiosas que fazem parte da nossa história. Outra é o Estado promover uma figura da história religiosa, política, cultural, económica a símbolo protector, referencial, constitucional do ensino através do simbólico protectorado da escola.
A modernidade das religiões dependerá da capacidade de servir o Homem sem cair na tentação de servir todos os homens. Porque esta tentação leva a religião a servir-se o Estado.
O Estado existe para tentar servir todos os homens. Por isso, os instrumentos do Estado de direito devem comportar-se com a neutralidade própria da Justiça. De modo a cumprir a sua principal missão: ser um Estado social .
Manuel Tavares

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